|
|
Teste: Flash Intova ISS2000 |
|
|
|
|
Quinta, 13 Agosto 2009 09:27 |
|
A Fun dive, distribuidora da marca Intova no Brasil, está importando uma opção econômica de flash, o ISS2000 Underwater Slave Flash. Fiz alguns testes com uma unidade em seco e em piscina, durante um treinamento de foto sub no "Parque Marinho Ary Amarante". O que observei:   |  Com preço de venda ao público na faixa de R$ 850,00, este flash já vem com uma base (bem simples, acopla somente em caixas com furação convencional, e serve para apenas um flash) e um braço flex de 28cm; tem dois sensores, situados no corpo, voltados para baixo, um de cada lado (para que o flash possa ser usado na esquerda ou à direita da câmera). |   |  Funciona com 4 pilhas AA, e o compartimento é selado com dois orings, boa medida de segurança. |   |  O flash tem 4 potências de disparo, 10%, 25%, 50% e 100%. O tempo de reciclagem é alto, em torno de 8 segundos para disparos "full" com pilhas NiMh recém recarregadas. Há 4 opções de pré-flash, o que dá compatibilidade com praticamente todas as câmeras compactas. Nos testes em seco, usando um fotômetro "flash meter" Sekonic L408, constatei que o número guia anunciado 20 (metros) aparenta ser maior do que a realidade, com ISO 100; a 1 metro de distância o fotômetro sugeriu uso de f11. As variações de potência realmente funcionam, embora em proporções não tão fiéis a 10%, 25%, 50%... Mas o teste não foi tão acurado, foi aproximado, o objetivo era ver se havia potência e se esta variava de forma suficiente pra permitir um bom ajuste na água. | |  |  |   |  Nos testes em piscina, um problema: O flash na potência mÃnima estourou as fotos de macro, feitas com aberturas grandes (f2.8, f3.2). Embora em câmeras com ajuste manual isso seja facilmente contornado, em câmeras automáticas (a maioria) as aberturas em pouca luz costumam ser grandes, e isso é um problema.  Improvisei um difusor (da INON) sobre o flash Intova, e as macros começaram a sair boas; a luz ficou mais suave, melhor distribuÃda, com melhora no ângulo de cobertura restrito (60 graus segundo o fabricante). Para câmeras automáticas um difusor será importantÃssimo. |    |  Ao lado, F 2.8 e ISO 100, sem difusor, e com difusor. Sem o difusor as câmeras automáticas vão ter dificuldades. |   |  Usei uma camera A590 em caixa da Ikelite, com um rebatedor para dirigir a luz do flash interno para cima; não pude usar a base e braço originais porque não se adaptavam à caixa; mas caixas com furação padronizada como as Canon, Sony, etc podem ser usadas direto com base + braço fornecidos. |   
|  Para fotos à distância de 1 metro (real) o flash se comportou bem, mesmo sem o difusor; mas aà tem que ser usada potência mais alta, e o tempo de recarga passa a ser um fator a considerar, principalmente para fotos de animais em movimento. A sequencia é, da esquerda para a direita e de cima para baixo, com 10%, 25%, 50% e 100%, todas as fotos com f8 e ISO 100. |   F8, ISO 100, macro, com difusor |  Conclusões: A relação custo x benefÃcio deste conjunto da Intova é boa, mas precisa de alguns ajustes, principalmente o difusor (vou providenciar para breve um modelo próprio); um adaptador para prender com eficiência um cabo óptico sobre o sensor vai dar mais liberdade de posicionamento ao equipamento; vai ser também desenvolvido para breve. Este flash é inferior ao YS27 da Sea&Sea (concorrente direto que eu conheço) em potência máxima, ângulo de cobertura, uso de difusor e cabo óptico, tempo de reciclagem, e variações de potência (o mÃnimo do YS27 atende bem qualquer câmera), mas o INtova custa em torno da metade do preço do Sea&Sea no mercado brasileiro, o que é um fator importante para os fotógrafos sub que não querem ou não podem investir muito. São produtos diferentes, para consumidores diferentes, mas sem dúvida o Intova ISS 2000 é um ótimo produto "entry level", a um bom custo. |   A Pomacanthus em breve terá este flash disponÃvel, com acessórios próprios, adaptação para uso de par de flashes (uma opção interessante para minimizar o problema do ângulo de cobertura restrito), e total assessoria sobre funcionamento e manutenção na entrega (com DVD explicativo) e no pós-venda.É o diferencial de adquirir produtos de foto sub com quem entende de foto sub. Maiores informações através do email
CLOAKING
. |
|
|
LAST_UPDATED2 |
|
|
Teste do domo Fantasea para caixa Canon G10 |
|
|
|
|
Segunda, 27 Julho 2009 12:04 |
No final de semana passado (26 de Julho 2009) perdi excelente oportunidade de fazer um teste deste equipamento em piscina, porque esqueci de levar a lente comigo do Rio pra SP. Só restou testar em uma caixa com água, enquanto outra oportunidade de piscina não acontece. A lente Fantasea se encaixa certinho no bico da caixa Canon da G10, e a fixação é por dois elásticos com ganchos, que mantêm a peça pressionada contra o elemento frontal da caixa. Fica fácil de colocar e remover embaixo dágua, e os elásticos são facilmente trocáveis se ficarem frouxos; achei uma solução simples, mas bem funcional e barata, sem custos de adaptadores... A função macro tem que estar ativada, e o zoom "recolhido". Não fiz testes de comportamento usando o zoom, até porque se uma lente destas é colocada na caixa, é porque se quer fotos com ângulos mais abertos... mas é um teste válido, pra ser feito em outra oportunidade (embora a função macro com o zoom vá complicar o foco a curtas dstâncias; sem o zoom a lente focou bem pertinho, quase encostado no objeto... O resultado do teste foi bom, o equipamento funciona bem, e dá uma diferença grande de cobertura, como podem ver nas duas fotos abaixo. |
|   Com o domo, lente em 28mm (sem zoom) |   Sem domo, em 28mm, mesma distância do objeto em relação à foto anterior. A vantagem de ângulo de cobertura é indiscutÃvel. |  Notei um pouco de indefinição nos cantos da imagem, é fácil ver em fotos em tela grande; mas a G10 sem o domo já tem uma pequena perda de qualidade nas bordas da foto, por causa da refração; sua lente equivalente a 28mm já não é adequada à frente plana da caixa, e de qualquer modo esse efeito já acontece sem qualquer lente acessória. Acho que o uso do domo ou corrige um pouquinho o problema da indefinição nas bordas, ou pelo menos não o agrava. A foto ao lado é um corte da foto acima à esquerda, feita sem o domo; note que já há uma perda de qualidade na borda da foto (onde o efeito da refração é mais acentuado). Já tinha notado isso com a Canon S80, não é defeito da câmera e sim efeito do uso de porta plana com lente GA. |   |   |  Canto superior esquerdo de uma foto feita com o domo, bem próxima ao objeto, para captura maior de detalhes; o desfoque parece menor do que na foto acima... Conclusões: Mesmo sem o teste adequado na piscina, com objetos maiores, pessoas, etc, acho que esta lente é bem interessante para os proprietários de G10 com caixa Canon. Seria ótimo fazer testes comparativos com uma G10 em caixa Ikelite com domo Ikelite, pra vermos se há diferença de qualidade. Não foi o melhor dos ambientes e o melhor dos testes, mas espero que seja útil. Maiores informações e assessoria na aquisição de equipamentos através do email
CLOAKING
. Ary Amarante | | Â | Â | | Â | Â |
|
|
LAST_UPDATED2 |
|
Os Artigos virão em breve... |
|
|
|
|
Terça, 21 Julho 2009 11:14 |
|
Esta seção em breve terá diversos artigos, que serão extraÃdos de publicações como a seção de foto sub da Revista Mergulho, serão escritos pela equipe Pomacanthus, e também por colaboradores. As colaborações serão muito bem vindas, e publicadas com os devidos créditos. Para acesso aos artigos desta seção será necessário um pré-cadastramento no site; esse cadastro não será divulgado para nenhum fim, e será utilizado somente para o envio das novidades de cursos e eventos Pomacanthus/Ary Amarante. |
|
|
|
|
|
|